A criança é a expressão viva do amor de Deus. Amor sem cobrança, sem barganha, sem interesse. Amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo tolera (1 Corintios 13:7)
A criança ama quem a corrige; corre para o colo do pai ou da mãe que acabou de lhe dar uma bronca porque é ali que encontra conforto e confiança.
Amor de criança não tem remorso, não tem rancor.
A única coisa que pode corromper a pureza deste amor é a perversidade do adulto.
Não é preciso amaldiçoar uma criança com palavras torpes para ensiná-la ou corrigi-la. A violência física nunca será um método eficaz na formação do caráter e da personalidade de uma criança.
O amor é o único caminho.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

MASCULINO E FEMININO


Logo que começou a articular as primeiras frases, por volta de 1 ano e meio de idade, João percebeu duas coisas sozinho: a primeira, foi que tanto gente grande como gente pequena tinham alguma coisa diferente que fazia com que fossem identificados como moça/moço, menino/menina, homem/mulher. Ele também percebeu que os adjetivos tinham sua forma de marcar essas diferenças, e que as palavras terminadas em "a" eram femininas e as em "o", masculinas. Nessa época, ele também se referia a si próprio na terceira pessoa (tipo o Pelé), então, era sempre: "O João quer tetê", por exemplo. Um dia, tentando enquadrar-se em um dos dois gêneros que ele, instintivamente, já havia identificado, falou para a mamãe: "O João é moço". Ao que ela ensinou: "Não, o João é criança". E ele, que desde muito cedo se já se preocupava em falar corretamente, corrigiu: "O João é crianço!"

Nenhum comentário:

Postar um comentário